Textos

Assim, quando estava no cemitério, ao sentir perfume de mulher, e assustado com as histórias de visagem, olhei para traz e era a linda Evelyn. Ela me abraçou e sorriu, dizendo - oi, você aqui? Que legal te ver aqui. Fazia uma cara que não te via, e desde aquela discussão de você com o Antônio, que não mais nos vemos. Como vai sua namorada? Eu então respondi: A Zel, ela tem outros amigos e parece que terminamos. Não rolou mais nada e nos distanciamos. Ela disse: fala sério! – A Evy ainda falou que visitava seu avô, ali na parte mais alta. Convidei para conversarmos no banco e ela concordou. Lembrei que ela me adicionou no face e que curtia as minhas coisas. Parece gostar de esoterismo. Falei de Lóki, de um deus brincalhão que vivia armando com os outros, um Deus do fogo e da esperteza. Ele filho de gigantes, porém era o mais humano de todos. Também que é pai do lobo, da deusa Hella e da serpente. E Lóki conquistou todas as deusas. Assim eu falava para Evy sobre esse Deus, e ela ficou interessada, sorrindo e curiosa. Confessei também que estou aprendendo a namorar e que a Zelda não combinava comigo, porque ela não era esotérica e tem amigos fúteis, tipo “sem noção”. Cara, ela pareceu gostar de mim. Estou sentindo algo diferente e espero nos vermos num lugar mais divertido. Porém depois de procurar a Pombagira, eis que encontro essa guria legal. Marcamos para nos vermos na sexta, na balada. Quando nos encontramos...  
Mariano Soltys
Enviado por Mariano Soltys em 09/08/2014


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