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ADAM SMITH (1723-1790)
 
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Adam Smith nasceu em 5 de junho de 1723, em Kikcaldy, Fife, Escócia, uma cidade portuária que possuia comércio de sal, e é filho de Adam Smith, que era advogado e funcionário público (fiscal de alfândega), e de Margaret Douglas, filha de proprietário de terras. Seu pai faleceu dois meses após se nascimento. Assim Smith se tornaria filósofo e economista. Um biógrafo disse que em sua juventude ele teria sido raptado aos quatro anos de idade, por ciganos, quando estava na casa de avô, mas logo teria sido achado. Pois encontraram uma cigana com uma criança no colo que chorava muito. A mulher ao avistar aqueles que procuravam o menino, o jogou no chão e saiu correndo. Esse menino seria o Adam Smith, que a esquerda tanto critica. Era uma menino doce, meio frágil de saúde, e que amava estudar. Assim o menino frequenta a Burgh School os Kirkaldy, que era uma das melhores escolas da Escócia. Aos 14 anos ingressou na Universidade de Glasgow, onde se gradua e depois consegue bolsa para estudar na Universidade de Oxford, cursando Filosofia. Dizem que tinha sorriso estranho, vivia em pilhas de livros, conversava sozinho e era distraído. Tinha também doenças imaginárias. Tão avoado, que certa vez teria colocado mão em manteiga e depois no chá sem perceber, dizendo que o chá era horrível, e também caiu num buraco de curtume, e noutra ocasião caminhou 24 quilômetros para fora da cidade, e só acordou quando ouviu sinos tocando. Assim, por curioso que pareça, se torna o pai da economia moderna, pai do liberalismo econômico. Começa o capitalismo. Autor da “Riqueza das nações”, que se caracteriza por colocar nos indivíduos e seus interesses o crescimento econômico. Assim nada de benevolência de produtores, mas de seu interesse que as coisas funcionam. Logo a mínima intervenção do governo, e livre comércio, frente a um Estado Mínimo. Assim os produtos iriam se baratear pela competição. Assim o que acontece ainda é o bem estar da sociedade. E o que levaria eles seria a “mão invisível”. Teve assim forte influência com burguesia. Depois se torna conferencista em Edimburgo, além de ser professor de lógica, bem como ficar na cadeira de Hume para lecionar filosofia moral. Escreveu uma “Teoria dos sentimentos morais”, e ainda se torna reitor da Universidade. Já nas aulas falava de um sistema de liberdade natural. Oxford na época não lhe ajudou muito, e chegaram a proibir o livro de Hume porque não defende a causalidade, o que para eles invalidaria a existência de Deus. Nesse ambiente, Smith foi mais um autodidata. As suas conferências ocorreram graças a ajuda de uma amigo da família, Henry Kames. Também publicou artigo em Edimburg Review. O filósofo David Hume era seu amigo mais ligado. Dizem que era tão bom professor, que Voltaire enviava lá da França alunos para estudarem com Adam Smith. Viajando a Suíça e França, teve contato com Voiltaire e Quesnay. Conheceu também Helvétius, Turgot, d'Alembert. Voltando para casa, abandona a atividade de professor, e continua em sua obra magna. Defendia a liberdade contratual entre empregador e empregado. Em 1763 foi tutor de um jovem duque. Em 1777 nomeado também inspetor de alfândega, e passa o resto da vida ali, e ainda foi reitor. Adam Smith faleceu em Edimburgo, na Escócia, no dia 17 de julho de 1790, sepultado em Canongate Churchyard, Edimburgo, na Escócia. Dedicou muito do que possuía a caridade. Nunca se casou e seus escritos pessoais foram destruidos, a seu pedido.

 
Mariano Soltys
Enviado por Mariano Soltys em 03/01/2017


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