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BURRHUS FRIDERIC SKINNER (1904-1990)
 
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Burrhus Frederic Skinner nasceu em 20 de março de 1904, em Susquehanna, Pensilvania, Estados Unidos, localidade rural, filho de William Skinner, advogado, e Grace, dona de casa. Seu irmão, Edward, dois anos e meio mais jovem, faleceu quando tinha dezesseis anos, de hemorragia cerebral. Durante crescimento teve trabalho duro e rotina tardicional. Sua família era presbiteriana. Sua mãe muito exigente. Frequentou o mesmo ginásio de seus pais, e era sempre o primeiro a chegar. Forma-se em Colégio Hamiltom, em Nova Yorque, e sua intenção era ser escritor. Se fez ateu depois que um mestre cristão queria acalmar seu medo do inferno, descrito pela avó. Depois de se graduar, passa um ano em Greenwich Village tentando se formar como escritor de ficção, mas se desilude com suas habilidades. Nesse ano obscuro lei Bertrand Russel. Teve uma vida boêmia nessa fase. De incício havia estudado Biologia, por se interssar pelo comportamento animal. Finalmente preferiu a Psicologia, podendo observar o estímulo-resposta, para melhorar a felicidade humana. Também foi inventor, filósofo social e defensor do conductivismo. Assim marca do Behaviorismo. Gostava de fazer invenções desde muito jovem, tentando de criança fazer uma máquina de movimento perpétuo. Seu trabalho foi pioneiro. Modificação de comportamento. Concluiu o mestrado em Psicologia, em 1930, e doutorado em 31. Interessante que ele disse nunca ter se adaptado a vida de estudante, e mesmo ingressando em fraternidade universitária (sociedade secreta?), Phi Beta Kappa, mas não era bom nos esportes e sofria com as canélas no hóquei no gelo, e assim ficou rebelde. Ele até reservava ataques verbais a professores e à administração. No amor estava também um tanto desapontado, uma vez meia dúzia de moças rejeitarem as suas investidas, e chegou a gravar a inicial de uma mulher no braço. Depois de vários pós-dourorados ele acabou dando aulas na Universiadde de Minnesota e na Universidade de Indiana, onde aplica o projeto “caixa educadora para bebê”, e sua filha foi o primeiro bebê a passar por essa experiêcnia éticamente controvertida, experiência com seres humanos. Dizem que sua filha depois teria ficado com perturbação mental, devido a tal experiência, e descontente com o pai. Mas há quem diga que ela teria ficado normal como qualquer outra criança, como revelara Lauren Slater em livro de 2005, onde descobriu que Débora (filha de Skinner) casou, era artista e tocava piano. Skinner havia casado com Yvonne Blue, com a qual teve dois filhos. No seu livro Walden 2 onde especula sobre uma sociedade futura e totalmente programada com técnicas de engenharia de conduta. Recebeu premiações, como medalha de ouro da fundação de psicologia americana e medalha nacional de ciência. Outro detalhe sempre lembrado é sobre suas experiências com pombas, e a superstição da pomba, experimento seu. Inclusive teve a invenção de usar um míssil guiado por pombas, o que teria dado bons resultados, mas muitos criticaram de se usar animais na guerra. O historiador Jesus Hernandes1 trata dos mísseis guiados por pombas de Skinner: “Este plan, denominado Proyecto ORCON (Organic Control), ideado por el psicólogo Burrhus Frederic Skinner (1904- 1990), consistía en guiar un misil contra un buque enemigo por medio de palomas mensajeras especialmente entrenadas. La idea era evitar las contramedidas electrónicas empleadas por los alemanes para interferir a los misiles guiados mediante el empleo de animales, en este caso, palomas”. e”De todos modos, el Proyecto ORCON fue reactivado en 1948 durante la Guerra Fría. Aunque las simulaciones realizadas con misiles consiguieron «sorprendentes buenos resultados» el plan sería definitivamente cancelado en 1953. A partir de entonces, los detalles del proyecto permanecerían archivados como alto secreto hasta su desclasificación, pero Skinner no participaría de esa ocultación. En 1959 publicó un libro en el que daba a conocer el plan16 y en 1971 concedería una entrevista a la revista Time, en la que aseguraría que el gran problema al que se enfrentó su proyecto fue que «nadie se lo tomó en serio»”. Trabalhou até o último dia de sua vida, falecendo aos 86 anos, em conseqüência de uma leucemia.
 
1HERNÁNDES, Jesús. 100 Historias Secretas de la Segunda Guerra Mundial. p. 53-65.
Mariano Soltys
Enviado por Mariano Soltys em 21/01/2017
Alterado em 21/01/2017


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